CAPÍTULO IV | REMIX E MASHUPS

CAPÍTULO IV

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REMIX E MASHUPS

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O remix1, hoje, é a base de muitas culturas, seja na arte, música, vídeo, design ou aplicações para web. O que predomina é o remix, as fusões, as colagens e os mashups. De acordo com Manovich, “se o pós-modernismo define a década de 80, o remix definitivamente está dominando o começo deste século (2000) e provavelmente continuará na próxima década.”2, pois a prática do remix está em plena expansão e vai além da cultura e da internet. Ainda segundo o mesmo autor, vivemos não apenas a “Cultura do Remix” e sim a “Era do Remix”.

A recombinação a que nos referimos, no entanto, é uma prática antiga na sociedade ocidental. Seja a recombinação de formas, estilos, códigos ou linguagens: “A maioria das culturas se desenvolveu tomando emprestado e retrabalhando formas e estilos de outras culturas; (…) A Roma Antiga remixou a Grécia Antiga, o Renascimento remixou a Antiguidade.”3

Como abordamos nos capítulos anteriores – com o cinema soviético, o movimento da música visual e a linguagem hipertextual – a comunicação e as linguagens estão em constante transformação e atualização, assim como o ser humano. E com o fenômeno do remix, os meios de comunicação passam por uma profunda revolução. Assim como o cinema, em sua constituição, incorporou técnicas e linguagens de outras artes – da fotografia e do teatro – as diversas mídias existentes hoje, tendem a mesclarem-se e incorporar qualidades de outras e assim por diante.

Porém, o elemento que limitava uma completa imbricação entre essas mídias, ou que limitava a “obra de arte total” sugerida por Wagner, era a diferença nos suportes: “papel para o texto, película química para a fotografia e cinema, fita magnética para o som e o vídeo”4.

Com a evolução tecnológica das últimas décadas, torna-se possível a transposição desses suportes para uma única base digital, possibilitando a comunicação entre elas, entre esses “documentos”. A digitalização da informação, dos meios e das linguagens provenientes de diversos tipos de mídias – sons, vídeos, textos, fotos, etc. – traz consigo uma verdadeira revolução nos processos de gravação, produção, armazenamento e distribuição dos produtos midiáticos.

Esse processo de “remixabilidade”, como denomina Lev Manovich, ou de convergência das mídias, de acordo com Lucia Santaella5, tem sido muito discutido no âmbito das pesquisas em comunicação e artes visuais. Manovich define a remixabilidade como sendo “o processo transformativo por meio do qual os meios e as informações que organizamos e compartilhamos podem ser recombinados e construídos de modo a criar novas formas, conceitos, idéias, mashups e serviços”6.

Porém, o significado da palavra remix, no decorrer da história, torna-se difuso. Inicialmente utilizado apenas pelos movimentos musicais e de desenvolvimento de softwares, atualmente pode ser utilizado ao referirmo-nos a qualquer tipo de recombinação de trabalhos pré-existentes, seja no campo das artes visuais, literatura, moda, etc.. A popularização do termo acompanhou o crescente fluxo das práticas encontradas na internet e no início de 2000, o termo “remix” passou a ser utilizado para além das referências musicais.

Outro termo que eventualmente é usado para falar sobre essa prática é “apropriação”. Mas acreditamos que “remix” seja mais apropriado por sugerir uma releitura sistemática de algum tipo, o que o termo “apropriação” não tem. O remix, não é uma cópia na íntegra, mas sim uma releitura de determinado conteúdo. Não trabalha simplesmente com a transferência de significado de uma esfera para outra, mas implica em rearranjar sistematicamente todo o significado de algo.

Muito embora possamos encontrar alguns precedentes do remix musical antes mesmo da internet – em 1972 o DJ Tom Moulton7 lançou seu primeiro disco de remix – foi através do surgimento das tecnologias das multi-tracks e do sampling que a prática se popularizou. Através do uso dessas tecnologias, somada à introdução da edição via computador – hipertextual/não-linear – tornou-se possível separar os elementos de uma música – vocal, instrumentos, ruídos, etc. – e manipulá-los individualmente, alterando timbres, tempos, volume, etc..

Vale a pena ressaltar que paralelamente à revolução ocorrida no campo da música (a partir dos anos 1980), houve também um desenvolvimento similar no campo das artes visuais, com a evolução dos equipamentos de edição – switchers, keyer, paintbox – e posteriormente com os softwares8Photoshop (1989) e After Effects (1993). É nesse contexto que, alguns anos mais tarde, a internet chegou para consagrar definitivamente a cultura do remix, recombinando hipertextualmente9 todo tipo de documento e informação.

Juntamente com o desenvolvimento da prática do remix surge um paradoxo, levantado por Lev Manovich e que abordaremos mais detalhadamente no capítulo “Colaboração e Autoria” desta monografia: enquanto a prática do remix é oficialmente aceita nas composições musicais e audiovisuais, por exemplo, não é admitida abertamente em outros ambientes e em determinados aspectos, é considerada violadora dos direitos autorais.

O fato é que, com a convergência das mídias e com a remixabilidade, a indústria de entretenimento contemporâneo passa por uma revolução. Apenas para citar alguns exemplos, o download de músicas nas redes P2P ou em sites de downloads incentiva o ibope oficial dos lançamentos de grandes gravadoras, novos talentos são revelados pela internet, a produção de vídeos cresce diariamente em sites como o YouTube e a avaliação de um filme pelos usuários alavanca sua estréia oficial, independentemente de serem consideradas práticas legais ou ilegais.

O dramático crescimento da quantidade de informação trazida pela Internet e as questões que essa transformação levanta, é acompanhado também de um outro desenvolvimento fundamental, que vale a pena destacar, a característica hipertextual dessa informação.

O modelo cultural da informação passa a acontecer em várias direções e não em apenas uma: emissor – receptor, como de costume. O que muda drasticamente é a função desse receptor, que além de tornar-se também um emissor, transforma-se num receptor temporário da informação10, como acontece nos aplicativos de mashups11.

Tecnicamente, todos os mashups são remixes, com a diferença que nos mashups, muitas vezes, o autor utiliza fragmentos de vídeos ou musicas pré-existentes somados a composições completamente novas, criadas por ele. Um exemplo bastante popular desse fenômeno é o caso do compositor israelita conhecido por Kutiman e que analisaremos no capítulo seguinte desta pesquisa.

O mashup é uma das características marcantes do que se chama informalmente de Web 2.0 e compõe a segunda geração de aplicações interativas da web. A proliferação dos mashups na internet é decorrente da transformação no movimento unilateral entre o emissor e o receptor. Por definição, são dados agregados por um servidor (de mashup), captados em diversos provedores de conteúdo disponíveis na rede, porém, esses dados não residem nesse servidor, são por ele apenas agregados e armazenados temporariamente. Torna-se possível criar e propagar novas aplicações, utilizando aplicações pré-existentes12.

O termo “mashup”, no entanto, surge no ambiente da música – assim como o termo “remix” – e é nesse contexto que discorreremos nossa pesquisa. Mashup é utilizado para designar uma nova “modalidade” de obra audiovisual, remixada a partir de duas ou mais obras pré-existentes, onde a soma dos elementos constituintes não é simplesmente a junção de suas partes (a+b), mas sim um terceiro elemento (c) distinto dos elementos iniciais, como exemplifica a fórmula: “a+b=c”.13

Também é conhecido por uma série de outros nomes como: bootlegs (geralmente na europa), boots, mashed hits, smashups, bastard pop, blends e cutups14, sendo este último, um termo cunhado por William S. Burroughs, por volta de 1960, para descrever alguns de seus experimentos literários, que cortavam e rearranjavam pedaços de uma peça para montar outra.

Embora nas décadas de 20 e 30, os cineastas russos já utilizassem esse processo de montagem, o cutup-technique pode ser considerado como o bisavô do “Ctrl-C Ctrl-V”. A técnica de Burroughs, no entanto, é posteriormente transposta para uma variedade de outros contextos e embora exista certa distinção entre os termos “cutup” e “mashup”, ambos fazem referência a obras que remixam conteúdos audiovisuais.

Essa prática de colagem de elementos musicais é bastante antiga, data do início das primeiras gravações. Podemos achar precursores na música concreta e mesmo na música clássica, com a prática de rearranjar materiais da música folk e do jazz ao reinterpretarem os standards, por exemplo. Contudo, apenas em 2001, o termo “mashup” ou “bastard pop” tornou-se popular no meio musical.

A grande reviravolta, no entanto, acontece em 1999, com o surgimento do Napster Network, uma rede P2P15, a primeira rede popularizada que foi encerrada em 2001, por questões relativas ao direito autoral.

O Napster e o MP316 são associados à grande revolução na indústria fonográfica, que a mudou para sempre. As gravadoras tiveram perdas massivas na vendas de álbuns em meio físico, ano após ano desde 2000. Foi então que empresas começaram a vender música em formato digital por um preço abaixo do que os aplicados pelas gravadoras, começando a lucrar com o negócio.

A obtenção de música no formato MP3, mesmo que de forma ilegal e não autorizada, através de aplicações como Kazaa, Limewire, Emule e mais recentemente o BitTorrent, por exemplo, contribuem para a ascensão meteórica das redes P2P na internet, embora o BitTorrent seja mais usado para fazer download de álbuns inteiros e não faixas separadas.

Como resultado desse panorama, a última geração de computadores pessoais, de softwares, sequenciadores, os formatos MP3, MPEG e Flash e o protocolo MIDI17, têm facilitado, no século XXI, os procedimentos para gravação, criação, produção e edição de vídeos e músicas em estúdios independentes. Ficou mais fácil para pessoas com habilidades musicais, mas pouca experiência profissional em estúdio criarem suas próprias produções. Mark Vidler, conhecido na internet pela “Go Home Productions”18, diz a respeito dos benefícios da nova tecnologia:

Você não precisa mais de um distribuidor, porque o distribuidor é a internet. Você não precisa de uma gravadora, porque a gravadora agora é seu quarto, e você não precisa de um estúdio de gravação, porque ele é o seu computador pessoal. Você faz tudo sozinho.

Hoje em dia, é possível fazer downloads não apenas de músicas e samples, mas também de tecnologia para manipulá-los gratuitamente – os softwares – basta ter uma conexão com a internet e o aplicativo adequado instalado.

Com a popularização do Napster, qualquer usuário da internet passou a ter acesso não somente ao download de músicas, mas principalmente, ao material bruto utilizado para suas composições, como faixas “à capela”19 e faixas dos instrumentos musicais separados. Essas possibilidades inspiraram centenas de Djs e compositores a criarem seus próprios bastard pops ou mashups.

Observamos que a prática do mashup, particularmente o mashup audiovisual, enquanto estética própria, traduz uma sensibilidade contemporânea, reflexo da cultura do remix da qual emerge. Copiar, cortar ou colar agora são ações intrínsecas ao cotidiano do ciberespaço, em que a recombinação da informação evidencia-se como prática usual.

Nesse contexto, como identificar e relacionar a estética do mashup? Tal cenário incita a um estudo mais aprofundado, em busca de traçar um panorama descendente e contemporâneo mediante investigação e identificação de sua origem, estrutura e prática no meio digital. Para debater estas questões faremos aqui um resgate histórico, a fim de apresentar os conceitos e movimentos relativos à sua essência.

A cena tem início como fenômeno na Inglaterra, mas rapidamente chega aos EUA, França e Alemanha, embora possamos encontrar notáveis mashups vindos de todas as partes do mundo. Onde houver um computador conectado à internet e uma coleção de músicas e vídeos, haverá alguém construindo um mashup.

Como toda nova cena, tem seu “manifesto”, no caso dos mashups, em 2001-2002, foi lançado na rede o “Get Your Bootleg On” (GYBO)20. Um site que reuniu uma comunidade de compositores e grande parte da produção do momento, oferecendo críticas, links para downloads, publicidade, dicas, eventos e fóruns de discussão sobre o tema. Porém, em 2005, devido à grande pressão que sofreu pela lei dos direitos autorais, o site se viu obrigado a mudar as regras, não permitindo mais o upload dos usuários no próprio site, permitindo apenas links para sites pessoais. Passou então por um grande período de inatividade e foi rapidamente substituído pelo “Mashuptown”21, um dos maiores blogs de mashups disponíveis na internet e considerado um provedor oficial de mashups.

Também em 2005, a “Bootie”22, maior festa de mashups do mundo, começou a postar mensalmente as “Booties Top 10”, liberando para livre download os 10 melhores mashups criados pelos usuários e selecionados por eles. Criada em São Francisco, a “Bootie” foi a primeira casa noturna nos EUA a dedicar-se somente à forma de arte dos mashups e hoje em dia, estende-se à festas mensais pelo mundo inteiro, incluindo Los Angeles, Paris, Boston, Munique e Nova Iorque.

Vários outros sites de mashups podem ser encontrados, fornecendo downloads, links, podcast, etc., como os: www.mashstix.com, www.mashupciti.com, www.mashup-charts.com.

Uma definição geral da técnica dos mashups, como vimos anteriormente, é basicamente o resultado da sobreposição do vocal de uma música com o instrumental de outra. Porém, o mashup também pode ser visto de uma maneira mais conceitual, ou como uma forma de protesto contra o imperialismo da indústria fonográfica e da comercialização da música popular. Utiliza também, muitas vezes e em outras vertentes, discursos políticos e vídeos em suas composições, e não apenas músicas. Pode-se assistir um exemplo desse tipo de mashup de vídeo no seguinte endereço: http://www.youtube.com/watch?v=_GGzlMiSfGo, onde o então presidente dos Estados Unidos da América, Bush, “canta” a popular música “Imagine”, de John Lennon.

Para a elaboração desse tipo de mashup, podemos resgatar a imagem/conceito proposta pela montagem de Eisenstein, onde primeiramente as representações são constatadas e agrupadas e, num segundo estágio, as conexões simplificam-se. Essa mecânica de formação da imagem, serve desde o cinema à outros tipos de arte, como no caso dos mashups.

As representações, deste modo, separadamente, correspondem a um “objeto”, a um fato, mas sua combinação corresponde a um “conceito”. E somente quando os elos intermediários dessa justaposição desaparecem, o conjunto de elementos indica diretamente o novo conceito, onde “a+b=c”. Ao demonstrar que as conexões entre uma representação e uma imagem acontecem na consciência e nos sentimentos, Eisenstein consegue traduzir o objetivo final do esforço criativo de todo artista.

Embora a essência do mashup, por definição, seja representada pela fórmula: “a+b=c”, alguns artistas misturam muito mais faixas para compor um único mashup. Ou também, utilizam-se de outros tipos de colagens, misturando por exemplo, várias versões de uma mesma música, em línguas diferentes, ou diferentes interpretações.

É bastante difícil encontrar um mashup “legal” diante das leis de direitos autorais em vigor hoje em dia e é justamente por isso que esse movimento, também considerado erroneamente como uma forma de “pirataria”, ganha um significado para além da legislação ou questões burocráticas. Os mashups assumem um papel criativo diante das novas possibilidades da web e passam a ser uma forma do usuário/consumidor manifestar sua opinião e insatisfação.

Preferindo produzir com uma qualidade tão alta quanto a das grandes gravadoras, muitos artistas e comunidades de mashups acreditam ser essa a grande força do movimento desse remix caseiro e encorajam as gravadoras, os publishers e principalmente os compositores, a também obterem uma qualidade alta nas suas produções de “músicas ilegítimas”, para que assim, possam ser legitimadas pelo mercado musical.

Desde 2005, por exemplo, o francês ToToM23, um dos artistas cult favoritos na esfera do mashup e remix – com uma produção que ultrapassa os 100 mashups e diversos álbuns – em sua composição “Le Mix De ToToM”, misturou músicas da banda “Nine Inch Nails”, com músicas da “Madonna”, dentre outros. Foi surpreendentemente legitimado no mainstream quando suas composições apareceram no seriado americano “Glee”. E em 2009, outro lançamento veio contribuir para a definitiva legitimação dos mashups na indústria do entretenimento, o jogo de vídeo game “DJ Hero”24 – que misturou elementos do vídeo game “Guitar Hero” com as músicas que estavam sendo usadas em cutups na cena do remix pela internet.

Uma outra vertente dos mashups audiovisuais, que vale a pena citar por sua importância na cena do remix, são os chamados “Mashups Abstratos”. Característicos por suas dissonâncias e experimentações sonoras, as colagens que fazem referência à música concreta têm um bom exemplo nos trabalhos do músico John Cage. Porém a obra mais famosa e popular data de 1968, e é possivelmente a faixa “The Beatles Revolution 9”, do “The White Album”, dos Beatles. Composta por samples de pessoas conversando, música clássica e instrumentos, todos tocados simultaneamente.

Não foi à toa que, em 2004, o DJ Danger Mouse25 remixou os Beatles, fazendo não apenas uma referência, mas também uma homenagem ao “The White Album”. Em seu projeto intitulado “The Grey Album”26, Misturou o vocal do rapper Jay-Z, em seu trabalho intitulado “The Black Album”27, com samples do “The White Album”, dos Beatles. O resultado foi tão surpreendente, que alcançou distribuição legal pela EMI e vendeu mais de 3000 cópias28, fora os downloads pela internet.

A prática dos mashups chega então na cena das artes visuais. Artistas envolvidos com instalações, performances e Vjing, emprestam o conceito para seus trabalhos. O trio britânico “Eclectic Method”29 lançou o primeiro DVD de mashups audiovisuais para a emissora MTV, em 2005, chamado “We Are Not VJs”. E o artista belga Danny Devos30, faz seu mashup com remix das obras do artista plástico Gordon Matta-Clark.

Como podemos observar, a compreensão do mashup avança fundamentalmente no âmbito da esfera do remix. Assim como no caso do remix, existem algumas implicações sociais relativas a essa nova tecnologia. Por um lado, possibilita e facilita o fluxo livre de informação, mas por outro, gera a necessidade de que nos posicionemos em relação à propriedade intelectual. Como toda tecnologia, ela não é neutra e o importante é que nos apropriemos dela, até para sabermos como e quando usá-la.

Abordaremos a seguir questões referentes à colaboração, interação e autoria.

1“Remix” é sinônimo de “remisturar”. É o nome dado para uma versão alternativa de uma música original. Modificada, na maioria dos casos, por um DJ, onde ele adiciona elementos não existentes na versão original. Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Remix (acessado em 29/09/2009).

2Tradução livre para: “If post-modernism defined 1980s, remix definitely dominates 2000s, and it will probably continue to rule the next decade as well. (MANOVICH, 2005.)

3Tradução livre para: “most human cultures developed by borrowing and reworking forms and styles from other cultures; (…) Ancient Romme remixed Ancient Greece; Renaissance remixed antiquity”. (MANOVICH, 2005.)

4SANTAELLA, 2003, p. 83.

5SANTAELLA, 2003, p. 84.

6MANOVICH, 2005.

7POSCHARDT, 1998, p.123.

8“Software” é um programa de computador. O software consiste de um conjunto de instruções em linguagem de máquina que controlam e determinam o funcionamento do computador e de seus periféricos. (LEVY, 1999 p.258.)

9Ver: Capítulo III, desta monografia.

10Ver: “Colaboração e Autoria”, desta monografia.

11O termo “mashup”, para além das referências artísticas e audiovisuais, é um website ou uma aplicação web que usa conteúdo de mais de uma fonte para criar um novo serviço completo. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Mashup (acessado 11/10/2009).

12Ver vídeo explicativo sobre aplicações de mashups: www.youtube.com/watch?v=U9sENSA_sjI e http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=3744 (acessados em 18/03/2010).

13Ver “Kuleshov:a+b=c”, desta monografia.

14Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Mashup_(music) (acessados em 18/03/2010).

15“P2P” ou “Peer-to-Peer” (do inglês: par-a-par), entre pares, é uma arquitetura de sistemas distribuídos caracterizada pela descentralização das funções na rede, onde cada nodo realiza tanto funções de servidor quanto de cliente. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/P2P (acessado em 18/03/2010).

16“MP3” é uma abreviação de “MPEG 1 Layer-3” (camada 3). Trata-se de um padrão de arquivos digitais de áudio estabelecido pelo “Moving Picture Experts Group” (MPEG). As camadas referem-se ao esquema de compressão de áudio do MPEG-1. Enquanto a camada 1, de menor compressão, se destina a utilização em ambientes de áudio profissional onde o nível de perda de qualidade deve ser mínimo devido à necessidade de reprocessamento, a 3 se destina ao áudio que será usado pelo cliente final. Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/MP3 (acessado em 18/03/2010).

17MIDI” vem do inglês “Musical Instrument Digital Interface” (interface digital para instrumentos musicais) Uma especificação de protocolo para troca de informações digitais de performance (quais as notas tocadas, com que força foram pressionadas as teclas, durante quanto tempo foram sustentadas etc.) entre instrumentos musicais. Essas informações são transmitidas entre os diferentes instrumentos (sintetizadores, baterias eletrônicas, samplers, computadores) usando cabos especiais. Através de MIDI, é possível controlar todo um estúdio de som usando um computador e alguns programas específicos. (LEVY, 1999 p.256.)

18Ver: www.gohomeproductions.co.uk (acessado em 27/03/2010).

19“Á capela” significa canto sem acompanhamento de instrumentos musicais. Fonte: http://pt.wiktionary.org/wiki/%C3%A0_capela (acessado em 18/03/2010).

20Fonte: www.gybo5.com (acessado em 27/03/2010).

21Fonte: www.mashuptown.com (acessado em 27/03/2010).

22Fonte: www.bootiemashup.com (acessado em 27/03/2010).

23Ver: www.totom.dj ou www.myspace.com/boototom (acessado em 27/03/2010).

24Ver: www.djhero.com (acessado em 27/03/2010).

25Ver: www.djdangermouse.com (acessado em 27/03/2010).

26Download em: www.illegal-art.org/audio/grey.html (acessado em 27/03/2010).

27Escutar em: www.lastfm.com.br/music/Jay-Z/The+Black+Album (acessado em 27/03/2010).

28Fonte: http://www.illegal-art.org/audio/grey.html (acessado em 27/03/2010).

30Ver: www.bastard-art-gallery.com/navigator.php (acessado em 27/03/2010).

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